7 de maio de 2012

Prometheus: Análise do trailer

Para quem ficou curioso quanto ao último trailer do filme Prometheus: Shot-for-shot breakdown of all the new alien monsters in Ridley Scott's Prometheus!, no io9. De facto, já conseguimos ter uma visão mais ou menos clara do que se vai passar no filme - mais ou menos como um puzzle parcialmente completo, que nos deixa visualizar já o motivo principal sem no entanto nos mostrar tudo, com todos os detalhes, pormenores e ligações (o que, diga-se de passagem, em nada reduz o meu entusiasmo quanto ao filme). Também interessante é a discussão nos comentários do artigo sobre o problema tecnológico da continuidade narrativa - se assumirmos Prometheus como uma prequela de Alien, porque parece a nave Prometheus tão superior do ponto de vista tecnológico à Nostromo quando, na verdade, é muito anterior a esta? (é uma falsa questão, que no entanto não deixa de dar um bom debate). 

4 comentários:

artur coelho disse...

"superioridade tecnológica"... bem, as técnicas de vfx evoluíram...

joão campos disse...

Naturalmente! O (suposto) problema é a continuidade. Se calhar os cenários deviam ter incluído monitores monocromáticos daqueles antigos...

Carlos Silva disse...

No entanto, esta nave é uma nave "científica" de uma grande empresa. Nos outros filmes, ou eram militares, ou era um camião espacial de transporte de minério.

:p É uma boa desculpa para explicar.

joão campos disse...

Naturalmente. Num dos comentários da discussão, alguém chegou mesmo a sugerir - e a sustentar com alguma lógica - que a Nostromo seria até mais antiga do que a Prometheus.

Até podemos assumir que uma nave militar (Aliens) devesse ter alguma tecnologia de ponta, mas convém não esquecer que Ridley Scott não está propriamente a fazer uma prequela (mais ou menos; estou a simplificar) à série Alien, mas sim ao seu próprio filme. O que se passou com a série a seguir não lhe diz respeito (e se Aliens é um óptimo filme, os que se lhe seguiram... valha-me Deus).

De resto, não faria muito sentido hoje, 30 anos volvidos, ele ir buscar monitores CRT (é a designação correcta, certo?) e outras relíquias e quinquilharias só por uma questão de "continuidade narrativa" quando ele mesmo se tem afastado dessa noção tanto quanto possível.